Todo homem ultrapassa enquanto traça e tenta ação
Sua pena é pensar em planos, entorta ao andar em linha reta
Em modo de mundo relativo infinito, pões seus pontos
Enterra espaço escasso, sofre de vertigem em triângulos
Com vértices sem opção, teima a esculpir três lados
Ao desejo tenta regular, tropeçando em ser quadrado
Explode por fechar a obra, nunca saindo do esquadro
Chorando, pois perdeu todo compasso, traço da pressa
Andando em círculos, vivendo vidas medianas
Sair pela tangente é ser inteligível, segmento agudo
Da população que paralela a prática, vira escrava congruente
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