Nosso infinito conjunto de moléculas, átomos e glóbulos
não passa de matéria prima para mil matérias póstumas
cuja carne, ossos e fábulas
logo serão tatuados em clones de celulose
entupindo algumas artérias com nanquim
E celebrando nossa morte em postas
Para que no futuro, quando não houver mais nada,
alguém nos veja absorvendo ácido úrico, uréia e bosta.
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