O fim

O silêncio mastigado em nossa sentença

O ruir da ponte que nos liga

A morte de um antigo passo

É o fim da música e o corpo se cansa

Dois continentes

Um estado só nosso

O fim da valsa.

Um comentário:

Bárbara M.P. disse...

Seus textos são muito intensos, Ricardo. São umas verdades cortantes, que carregam certa doçura e melancolia...

Vou guardar bem este caminho..


Em tempo,um ótimo final de semana,
Bárbara