O silêncio mastigado em nossa sentença
O ruir da ponte que nos liga
A morte de um antigo passo
É o fim da música e o corpo se cansa
Dois continentes
Um estado só nosso
O ruir da ponte que nos liga
A morte de um antigo passo
É o fim da música e o corpo se cansa
Dois continentes
Um estado só nosso
O fim da valsa.
Um comentário:
Seus textos são muito intensos, Ricardo. São umas verdades cortantes, que carregam certa doçura e melancolia...
Vou guardar bem este caminho..
Em tempo,um ótimo final de semana,
Bárbara
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