Bala inevitável

A roleta russa do dia-a-dia

Adia o que quiser

Arde e queima quando quer

Desfere e abala

Adianta

Perfura inexplicavelmente

Sem ódio, ode ou sentimento

fere com bala

Não adianta

Em nosso sangue

Não há destino ou força maior

Apenas um grande esporro do acaso.

Um comentário:

Bárbara M.P. disse...

É sempre bom seguir o coelho branco e passear por aqui...