Nessa instabilidade que rege a minha conduta
Discuto entre o tom bege e o verde da minha labuta
Danço entre os pequenos prazeres e a imensa vida curta
Nego até a morte, ou a sorte.
Recuso-me a acreditar que a bipolaridade é apenas algo entre o Pólo Sul e o Pólo Norte.
Ato falho
Desconstruo aquilo que não passa
Descuido de mim e deixo teu rosto de graça
Num estado cujo resto é só pressa
Descanso dentro daquilo que não posso
Descuido de mim e fecho-me na risca do teu traço
Num estado cuja isca só enlaça
Despir nem pensar
Pirar nem disparar
Ainda confundo o meu com o teu andar.
Descuido de mim e deixo teu rosto de graça
Num estado cujo resto é só pressa
Descanso dentro daquilo que não posso
Descuido de mim e fecho-me na risca do teu traço
Num estado cuja isca só enlaça
Despir nem pensar
Pirar nem disparar
Ainda confundo o meu com o teu andar.
Do algo ao ego
O fim é sempre o início de algo
É o passo rumo ao nada
Com uma grave pitada de tudo
É um começo de estrada
Com o pouco de medo do mundo
É o copo cheio de vodka
Com dez goles de pesar profundo
Enfim, é sempre o início do ego
É o passo rumo ao nada
Com uma grave pitada de tudo
É um começo de estrada
Com o pouco de medo do mundo
É o copo cheio de vodka
Com dez goles de pesar profundo
Enfim, é sempre o início do ego
Estado
Estou por ai,
Partindo do pressuposto que nossos erros foram meus
Partido pelo gosto no qual todos os berros foram seus
Estou por ali,
Esperando pelo posto que hoje é meu pasto
Prezando pela poça que ontem foi meu passo
Estou por Alá
Mesmo sendo Ateu e só teu
Partindo do pressuposto que nossos erros foram meus
Partido pelo gosto no qual todos os berros foram seus
Estou por ali,
Esperando pelo posto que hoje é meu pasto
Prezando pela poça que ontem foi meu passo
Estou por Alá
Mesmo sendo Ateu e só teu
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